O que fazer em Santiago sozinha | Roteiro parte 1

O que fazer em Santiago no Chile sozinha – Roteiro parte 1

Tive que adaptar um pouco o roteiro com o que fazer em Santiago no Chile porque precisei trocar datas e vôos e acabei perdendo um dia inteiro, como expliquei neste post aqui.

Mas vamos ao que interessa, era minha primeira vez lá e eu já havia estudado bem o roteiro, acabei adaptando às pressas e no final tudo sempre dá certo. Divido aqui com vocês uma inspiração de o que fazer em Santiago no Chile durante a temporada de neve.

Será que tem lugar ‘dispensável’ ou que faltou?

Já no avião recebi um questionário para ser respondido, tenha caneta em mãos, é simples e tranquilo, você vai entregar ou na imigração ou no SAG (Servicio Agrícola y Ganadero), que fica depois da imigração.

 

1º dia – Imigração, câmbio e check-in

Cheguei de manhãzinha, perdi um tempo na imigração, aliás muito bem organizada, devido volume de pessoas mesmo. Aqui já vai a primeira dica: não levem comida na mala de mão!

Há cães farejadores na fila para imigração (iti malia ♥), você não vai querer perder mais tempo ainda tendo que sair da fila e mostrar que era só snack que tinha de cheiroso na mala né?

Aqui você vai apresentar documento ou passaporte, passagens. Pode ser que eles perguntem o de praxe: o que veio fazer, quanto tempo vai ficar e endereço da hospedagem.

Atenção aqui! Você receberá um documento chamado Tarjeta Única Obrigatória, guarde com todo amor e carinho pois precisará apresentar ele para sair do país. Algumas hospedagens também solicitam a apresentação deste documento, então não danifiquem ou joguem fora.

É possível tirar outro quando for embora, mas prepare-se para filas.

Check-in

Peguei transfer no aeroporto mesmo e depois metrô. Pedi ao motorista que me avisasse a quando fosse a estação que eu queria descer e deu super certo.

No metrô fui no guichê e comprei o Bipcard, que é o cartão para utilizar metrô e ônibus, tipo o Bilhete Único de SP, informações completinhas aqui: Transporte Público em Santiago, Chile .

Bipcard com saldo, embarquei no metrô que parava perto do meu hostel, umas 3 quadras andando e pronto. Essa é a importância de escolher bem a localização.

Cheguei bem antes do check-in, deixei as malas lá no guarda-volumes, peguei uma bolsa pequena e fui até a Calle Augustinas já fazer o primeiro câmbio.

Santiago no Chile

Câmbio em Santiago no Chile

A maioria das casas de câmbio se concentram na Calle Augustinas, tem em shopping também e percebi que era a mesma cotação da rua. Saí do Brasil com 11 mil pesos, mais que suficiente para pagar o transfer e o cartão bip com saldo.

Mais uma dica: eles são bem chatos com notas amassadas e rasuradas, um rasguinho de nada eles já recusam, isso mesmo, re-cu-sam. Então quando for trazer o $$ pegue as notas mais perfeitas possíveis, se for em dólar tem que ser com emissão mais nova possível também.

Separe o que você vai pagar para agência / transfer de passeio e o que pretende usar por dia.

Segui uma dica que li e troquei metade do dinheiro em um dia e outra metade no outro dia na esperança de que o câmbio melhorasse mas quase nada de diferença, só perdi tempo indo até lá de novo.

 

Contratando passeios

Me perdi, me achei, comi um salgado (leia-se empanada) e voltei para o hostel já para o check-in. Peguei quarto privativo mesmo com banheiro, aproveitei e dei uma descansada da andança da manhã.

Mais para o final da tarde fui fechar os passeios, sim, compensa fechar lá mas pesquise antes no Brasil para ter uma ideia de onde estão as agências. Fui com duas opções de lugares para contratar mas só ia decidir depois de visitar o lugar e ver atendimento etc.

Fechei com a mais barata (amém!) e que ficava mais próxima do hostel (amém de novo), os passeios que contratei partiam logo cedinho e eu teria que me deslocar até a agência, também aluguei o kit roupas+botas com eles.

Jantei no hostel mesmo e contando as horas para o passeio no dia seguinte.

 

Importância de planejar um roteiro

Mais uma vez a importância de se organizar com um roteiro, se eu não tivesse feito uma lista de locais indispensáveis para visitar e quanto dura em média fazê-los, talvez teria me enrolado ou ficado muito corrido. Tem passeio de dia inteiro e outros de algumas horas mas tudo vai do quanto interessa a você aquele lugar.

Exemplo: Parque Farellones e Parque Nevado, que são as estrelinhas de Santiago e estão bem próximos um do outro. Pesquisando vi que o Vale Nevado fechou o acesso às dependencias do hotel e entorno devido uns incidentes com visitantes sendo o parque de sky normal para todos, além de algumas lojinhas na entrada.

Eu não conhecia neve e não tinha interesse em aprender esquiar, até porque é obrigatório ter algumas horas (sim, horas) de aula antes de se jogar na montanha e mais um custo extra para o material a ser alugado. Para quem já esquia é sucesso.

Então no meu caso, eu queria aproveitar o máximo do que é possível fazer na neve e o Parque Farellones era o ideal naquele momento pra mim, uma entrada e diversas atividades, além do esqui também se eu quisesse (taxa extra).

Então para que eu iria dividir o tempo com um lugar (Vale Nevado) que eu não ia aproveitar tanto quanto o outro (Farellones)? Lembrando que existem outros parques de neve em torno de Santiago, mas esses são os mais próximos.

Vista do 3º setor do Parque Farellones – Santiago

 

*Mais textos sobre Santiago:*

Parte 2 – Parque Farellones

Parte 3 – Transporte Público

Parte 4 – Cajon del Maipo e Embalse el Yeso (antes da interdição 2019)

 

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